Se é do conhecimento geral que existem menores a serem exploradas sob o olhar silencioso de muitos, então a questão deixou de ser factual e passou a ser moral. Que tipo de sociedade queremos ser quando sabemos e, ainda assim, escolhemos não ver? Nenhum crescimento económico compensa a falência ética e nenhuma imagem internacional vale mais do que a integridade de uma criança. Enquanto continuarmos a tratar estas histórias como conversa de café, como crónica urbana, como “coisas que sempre aconteceram”, estaremos a perpetuar exactamente o mesmo mecanismo que o mundo condenou no caso Epstein.O s
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